NOTA DE REPÚDIO

SINDICATO DOS MÉDICOS DE CAMPOS

FILIADA À FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS

CNPJ- 30.405.708/0001-93

SEDE: Av. Alberto Torres, 205 Altos – Tel/Fax: 2723-2593 – 2724-2664 –

E-mail: simec@censanet.com.br

Blog : htt://simec-simec.blogspot.com

CAMPOS DOS GOYTACAZES – RJ

NOTA DE REPÚDIO

O Sindicato dos Médicos de Campos REPUDIA, de forma veemente a atitude desrespeitosa, desqualificada e afrontosa com que o Conselheiro membro do Conselho Municipal de Saúde, Estevão Souza de Azevedo, tratou o médico Dr. Diogo Neves, no último dia 20, onde a ele foram dirigidas ofensas graves atingindo a sua honra e o seu desempenho profissional. O profissional médico faz parte do Serviço de Oncologia do Hospital Dr. Beda, atendendo vários pacientes de alta complexidade e lutava pelos direitos destes continuarem sendo tratados neste hospital.

O Simec subscreve a presente nota por considerar grave a conduta do conselheiro, que precisa ser apurada pelas autoridades competentes, colocando-se a disposição do citado médico na defesa dos direitos previstos na legislação.

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

CIRCULAR 002/2015 – REPASSE DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS

CIRCULAR 002/2015 – REPASSE DE PROCEDIMENTOS MÉDICOS

CLIQUE NA IMAGEM

Circular 002 2015 Simec

 

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Geral – Saúde: conciliação contra caos Folha da Manhã Online

Geral – Saúde: conciliação contra caos Folha da Manhã Online.

Saúde: conciliação contra caos

Marcus Pinheiro
Fotos: Valmir Oliveira 

Novos rumos na saúde pública do município foram traçados na tarde de quinta-feira (16) em uma audiência de conciliação, comandada pelo juiz da 1ª Vara Cível do município, Ralph Machado Manhães Júnior, junto com o promotor da 1ª Promotoria de Tutela Coletiva de Campos, Leandro Manhães, e representantes da Prefeitura de Campos, na qual foram discutidos planos de solução para os problemas da saúde no município. A ação movida pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPE) ocorreu no auditório da 2ª Vara de Família, do Fórum Maria Teresa Gusmão, em Campos, e finalizou com acordo entre as partes.

Após cerca de quatro horas, na tentativa de conciliar os hospitais, categoria médica e poder público, através de ponderações e embates, com a finalidade de minimizar o caos instalado na saúde pública do município, diversas definições foram encaminhadas. Ficou decidido que os valores referentes às verbas de complementação da tabela do SUS serão repassados pelo município, mensalmente, aos estabelecimentos hospitalares até o dia 30 de cada mês, decisão válida a partir deste mês até nova contratualização, prevista para o início do mês de outubro deste ano, quando será instalado de forma efetiva o novo Plano Operativo Anual do município (POA).

Quanto às verbas de repasse do SUS (Fundo Nacional de Saúde para o Fundo Municipal de Saúde) aos hospitais, ficou acordado no encontro que o prazo será de cinco dias úteis contados a partir da ordem bancária às contas município. Para garantir a pontualidade no pagamento dos salários dos médicos de cada estabelecimento, as entidades hospitalares presentes se comprometeram a executar a remuneração no prazo máximo de cinco dias úteis, após o efetivo recebimento dos valores repassados pelo poder público.

A ação teve como réus o secretário de Controle Orçamentário e Auditoria, Suledil Bernardino; o presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Geraldo Venâncio; além do secretário de Saúde, Dr. Chicão, que também é vice-prefeito; do secretário de Fazenda, Walter Jobe; e da prefeita Rosinha Garotinho, que não compareceu à sessão. Ainda estiveram presentes na audiência o subsecretário de Administração, Sebastião Campista, e o procurador geral do município, Matheus da Silva José.

Já em prol da defesa dos direitos das unidades hospitalares privadas conveniadas à rede pública assistidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), se posicionaram os interventores da Santa Casa de Misericórdia e os diretores do Hospital dos Plantadores de Cana (HPC), do Hospital Escola Álvaro Alvim (HEAA), do Hospital da Beneficência Portuguesa, do Hospital (Psiquiátrico) Abrigo João Viana e do Hospital (Psiquiátrico) Henrique Roxo. Em defesa da classe médica, o presidente do Sindicato dos Médicos, José Roberto Crespo de Souza, enfatizou a necessidade de regularização das pendências nos repasses federais e municipais.

Verba limitada traz clima de apreensão

Com verba limitada em R$ 3 milhões por mês, para a complementação da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS), que atualmente é dividida conforme os procedimentos realizados por todas as entidades conveniadas, representantes dos hospitais se mostraram apreensivos, por receio de que o valor não seja suficiente para cobrir os gastos gerados pela demanda de atendimentos no município.

O presidente do Hospital Plantadores de Cana (HPC), Frederico Paes, chegou a declarar que a verba de complementação municipal, alcançaria 50% da receita da unidade. “Sem este valor nenhuma entidade filantrópica sobrevive. Se morrer uma pessoa no hospital hoje, que eu não tenho dinheiro para comprar, quem é o responsável?”, indagou o presidente.

Em virtude da insatisfação por parte dos representantes das unidades hospitalares, foi decidido que o valor que ultrapassar o teto definido pela Prefeitura, até a nova contratualização, que deverá ocorrer no próximo mês de outubro, será exigido através de cobrança administrativa com o prazo de 45 dias para a decisão do município, sobre este requerimento, e o pagamento a entidade hospitalar solicitante em até 10 dias úteis.

Novo encontro será na próxima segunda

Seguindo os acordos de resolução entre o poder público municipal e as entidades da rede conveniada ao SUS, previstos na audiência de quinta, na próxima segunda-feira (22), os representantes dos hospitais Abrigo Dr. João Viana e Henrique roxo, se reunirão com membros da secretaria de Saúde, secretaria de Fazenda e de Controle, para discutirem e resolverem a melhor forma de pagamento dos saldos atrasados, determinando um prazo máximo de 10 dias para a compensação.

De acordo com as deliberações da audiência, as reuniões ocorrerão durante toda a semana, em dias alternados, nas mesmas condições, na sede da secretaria de Saúde.

17/07/2015 11:00
Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Geral – Caos na Saúde até para quem trabalha Folha da Manhã Online

Geral – Caos na Saúde até para quem trabalha Folha da Manhã Online.

Caos na Saúde até para quem trabalha

Problemas na saúde pública atingem não somente a população, em Campos. Tudo porque profissionais da área também sofrem com atrasos nos pagamentos e falta de condições físicas e estruturais para oferecerem um trabalho digno. Como consequência, um grande desgaste da imagem do governo Rosinha quando o assunto é saúde e que há muito tempo não está relacionado somente às denúncias de quem depende do serviço, mas também de quem oferece. Prova disso é o alto índice de solicitações de desligamentos dos médicos, que devido à remuneração vulnerável, decidem buscar melhores oportunidades e mais segurança em outros municípios. O resultado desta fuga é a sobrecarga dos servidores que permanecem em atividade prestando serviços à comunidade campista, que, por sua vez, sem dar conta da demanda, em muitos casos, também pedem para sair.

Na última semana, médicos de hospitais contratualizados chegaram a entrar em estado de greve e o sindicato da categoria afirmou que os profissionais estão “bancando o sistema de Saúde de Campos”. O movimento foi suspenso nessa sexta-feira após reunião realizada com representantes da Prefeitura de Campos.

Como divulgado anteriormente pela Folha da Manhã, desde o final do mês de abril deste ano a própria Superintendência de Atenção Regional da Fundação Municipal de Saúde (FMS) já admitia que alguns problemas enfrentados na rede com a falta de médicos estão relacionados a pedidos de demissão.

Mostrando que o mesmo problema se arrasta até agora no final do mês de junho, um dos leitores da Folha denunciou a falta de clínico geral na Unidade Pré-Hospitalar de Guarus. Segundo ele, na ocasião, sua sobrinha teria necessitado de atendimento, porém, confirmando a diminuição do efetivo médico na rede pública municipal, funcionários de plantão afirmaram que não haveria expediente por falta de clínicos.

Esta semana, o presidente do sindicato dos Médicos, José Roberto Crespo de Souza, revelou que existem profissionais da classe médica com atrasos em seus vencimentos há mais de 11 meses.  “Estes fatos desmotivam e desgastam os profissionais, temos a esperança de que tudo seja resolvido o mais breve possível. Não podemos continuar bancando o sistema de saúde do município”, declarou o presidente.

Impasse – Os hospitais conveniados alegam dificuldades para manter serviços só com recursos enviados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que pedem complementação da Prefeitura. O problema foi parar na Justiça. Na outra ponta estão os médicos com os salários atrasados. A Prefeitura diz que os repasses estão em dia e “sugeriu um estudo de medidas para que o Executivo possa pagar diretamente aos médicos a produção realizada nestes hospitais”.

Quem mais sofre são os que mais precisam

Não é de hoje que a carente infraestrutura dos hospitais, ambulatórios e consultórios da rede pública é motivo de graves denúncias dos leitores que buscam por melhorias estruturais e clamam por mais dignidade no atendimento à população, que sofre por ser exposta aos riscos de um serviço decadente.  Além das dificuldades impostas aos pacientes, diversos prestadores de serviço afirmam: “As condições de trabalho para os profissionais estão ficando a cada dia mais difícil”.

Na última semana, a dona de casa Janaína Moreira, de 40 anos, relatou, através do aplicativo Whatsapp da Folha da Manhã (22 – 9 9208 7368), o drama que teria sido vivenciado por ela e seu marido na Unidade Pré-Hospitalar (UPH – 24H) do distrito de Travessão, em Campos. Na ocasião, a cuspideira da unidade estaria quebrada e copos descartáveis foram utilizados para substituir o equipamento. De acordo com uma dentista, que, por receio de represálias, optou por não ser identificada, as reclamações dos pacientes seriam verídicas. “Às vezes faltam materiais simples, de uso diário e recorrente, isto sem contar a manutenção dos equipamentos que, salvos em algumas unidades, estão em estado crítico. Nos unimos e, agora, aguardamos as devidas melhorias estruturais para que possamos oferecer um trabalho digno à população”, desabafou a dentista.

Em nota, a assessoria de comunicação da secretaria de Saúde afirmou que já realizou todos os trâmites para a licitação de um novo laboratório de prótese dentária, de equipamentos odontológicos e de material de consumo, instrumental e peças de reposição.

Há falta de remédios e até papel toalha

A falta de determinados medicamentos, materiais de primeira necessidade e até mesmo papel toalha estão entre as principais reclamações dos enfermeiros que assistem as unidades públicasdo município. De acordo com eles, as falhas nos estoques seriam recorrentes. Por conta desses problemas, alguns profissionais da área desabafam: “Estamos cansados, estressados e sobrecarregados!”, afirmou um deles.

Temendo represálias, um enfermeiro que solicitou não ser identificado revelou: “As condições de trabalho oferecidas pelo sistema de saúde municipal são degradantes e capazes de gerar, em nós, toda a sorte de danos, tanto os profissionais quanto os pessoais. Com o passar dos anos a demanda de atendimentos cresceu, porém o número de profissionais, não”.

O profissional ainda declarou que, diariamente, em seus plantões, reuniria os dados de falhas existentes no hospital. “Somente nesta semana posso listar mais de quatro medicamentos que estão em falta. E se acontece alguma coisa com algum paciente por conta desta falha?”, questionou.
A superintendência de comunicação municipal afirmou que não haveria falta de medicamentos em toda a rede pública.

(M.P.)
Fotos: Genilson Pessanha 

12/07/2015 10:51
Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

SIMEC CONQUISTA RETORNO DO “CÓDIGO 7”

Geral – Sindicato dos Médicos recebido por representantes da Prefeitura Folha da Manhã Online

Sindicato dos Médicos recebido por representantes da Prefeitura

Anunciados os novos vilões da crise na saúde pública do município de Campos. Após decisão do Sindicato dos Médicos de Campos (Simec), que determinou, no início da noite desta sexta-feira (10), o encerramento do estado de greve da categoria, iniciado na última quarta-feira (08), representantes do governo municipal responsabilizaram a gestão das entidades hospitalares privadas conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), pelos atrasos nos salários dos médicos, que já se arrastariam por quase um ano. “Os atrasos têm ocorrido por responsabilidade por parte dos hospitais”, informou a nota emitida pela Superintendência de Comunicação do município.

O presidente do Simec, José Roberto Crespo, acompanhado do seu vice, Ezil Reis, e integrantes da classe médica, estiveram presentes no auditório do centro administrativo José Alves de Azevedo, sede da Prefeitura, em uma audiência a portas fechadas com o secretário de governo Anthony Garotinho, e outros membros da cúpula municipal, que culparam os hospitais pela má gestão do dinheiro público.

Dentre os principais pontos da pauta estavam à má gestão dos valores do Ministério de Saúde, para cumprir o pagamento dos salários dos médicos, que estariam sendo utilizados indevidamente pelas unidades, gerando atraso na liberação das devidas remunerações. “Viemos abrir um canal de diálogo, e acredito que estamos no caminho da solução. De acordo com as afirmações que recebemos esta noite, os salários estarão sendo regularizados dentro de 30 dias, no máximo. É a nossa hora de dar um voto de confiança a Prefeitura”, afirmou Crespo.

Na reunião, ainda foi discutida uma nova forma de pagamento, onde os repasses seriam feitos através de transferências diretas das contas vinculadas à prefeitura, aos profissionais, excluindo assim a gestão das entidades no processo de distribuição salarial por procedimentos já executados. No entanto, esta alteração consensual, deverá passar pelos diretores e administradores das entidades.

Em nota, a superintendência de comunicação informou que a prefeitura estaria em dia com os repasses das verbas do SUS aos hospitais privados e que estaria seguindo o cronograma de pagamentos das parcelas municipais.

(M.P.)

 

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

O médico está bancando o sistema de saúde em Campos

Geral – “O médico está bancando o sistema de saúde em Campos”, diz presidente do sindicato Folha da Manhã Online

“O médico está bancando o sistema de saúde em Campos”, diz presidente do sindicato

Jhonattan Reis
Foto: Genilson Pessanha 
“O médico está bancando o sistema de saúde em Campos”, afirmou, nesta quarta-feira (8), o presidente do Sindicato dos Médicos, José Roberto Crespo, em entrevista coletiva realizada no auditório Lenício de Almeida Cordeiro, na Faculdade de Medicina de Campos (FMC), para abordar a situação da Saúde na cidade. Em estado de greve decretado em assembleia na noite anterior, os profissionais pretendem um acordo com a Prefeitura de Campos para evitar uma paralisação. Na coletiva, que começou por volta das 12h, além de José Roberto, estiveram presentes o vice-presidente do sindicato, Ezil Reis, a médica Lígia Muylaert e o clínico geral Reinaldo Tavares. O presidente do sindicato ainda afirmou que muitos profissionais estariam há quase um ano sem receber salários e que os médicos não estariam sendo priorizados pelo município.
— Eu, por exemplo, estou com salários atrasados desde novembro de 2014. Efetivamente o médico está bancando o sistema de saúde de Campos. Essa é a grande realidade. O médico acaba usando suas amizades para atender um paciente A ou B, então quem está bancando o sistema é o doutor com suas relações interpessoais. A situação é grave, pois os hospitais estão em crise e não estão repassando os recursos para os médicos. Isso está gerando uma insatisfação grande desses profissionais. Eles não estão motivados a trabalhar e vão acabar começando a abandonar seus postos de trabalho, como muitos já fizeram, o que vai gerar uma dificuldade grande no sistema. Muitos profissionais não querem mais trabalhar nesse regime de prestação de serviços. Este gera insegurança para esse profissional, que trabalha somente pelo que atende e, como está há meses sem receber salários, acaba abandonando o sistema — disse José.
O presidente do sindicato ainda afirmou: “O médico é o último a ser pago. O hospital, quando recebe dinheiro do sistema de saúde, paga seus fornecedores, funcionários, alimentação, seus consumos, mas esquece dos médicos. Esquece um mês de salários dos médicos, dois, três, quatro… Só que quem produz o serviço para pagar todos os funcionários é o doutor que está trabalhando e que não está sendo pago”, falou José Roberto, que ainda indicou que o sindicato busca uma forma de resolver o problema com o município. “O poder público, que conhece bem essa sistemática, tem que dar um salto de qualidade na cidade. Os gestores têm que colocar a saúde como prioridade e pagar os profissionais que efetivamente trabalham, que são os médicos, profissionais que dão assistência à população”, acrescentou.
Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

AGE DIA 07/07/2015 – 19H NA SFMC:SITUAÇÃO DOS MÉDICOS DA REDE CONVENIADA AO SUS E ATRASO NO PAGAMENTO DAS GRATIFICAÇÕES DOS MÉDICOS CEDIDOS À REDE PÚBLICA DA PMCG.

SIMEC

SINDICATO DOS MÉDICOS DE CAMPOS

        FILIADA À FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS

CNPJ- 30.405.708/0001-93

    SEDE: Av. Alberto Torres, 205 – Tel/Fax: 2723-2593 – 2724-2664 – 99780-2589

E-mail: sindicatodosmedicosdecampos@gmail.com.br

Blog : http://simec-simec.blogspot.com

Campos dos Goytacazes-RJ

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

            O Sr. Presidente do Sindicato dos Médicos de Campos dos Goytacazes, no uso das atribuições que lhe são conferidas, convoca os senhores Diretores e associados, em pleno gozo de seus direitos sindicais para se reunirem em Assembléia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 07 de  Julho de 2015, às 19h, em primeira convocação, ou às 19h30min. em segunda convocação com qualquer número de associados no auditório da Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia situado a Av. Alberto Torres, 205- altos, para a seguinte ordem do dia:

  1. A) Discutir a situação dos médicos prestadores de serviço ao SUS na rede conveniada;
  2. B) Atraso no pagamento das gratificações dos médicos cedidos (Secretaria de Estado de Saúde e Ministério da Saúde) à rede publica;
  3. C) Assuntos Gerais.

                               Campos dos Goytacazes, 03 de julho de 2015.

Jose Roberto Crespo de Souza

Presidente do SIMEC

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário